Penso que a inauguração do 15º FESTIVAL INTERNACIONAL DE BANDA DESENHADA DA AMADORA – 2004 na Galeria Artur Bual se deveu ao facto de a instalação do núcleo central, na estação do Metropolitano da Falagueira, estar bastante atrasada. No entanto a coisa até foi feita de uma maneira confortável e... reconfortante (com jantar e tudo).
Assim, a Vereadora da Cultura, Maria João Bual Salvado inaugurou o 15º FIBDA na exposição dedicada aos 15 anos do Festival - 15 Anos de BD da Amadora, 15 autores - onde estão expostas cerca de 45 pranchas de BD e ilustrações de autores portugueses, cuja maioria recebeu os trofeus do Festival em anos anteriores.
Os 15 autores são André Carrilho (autor do cartaz deste ano), António Jorge Gonçalves, Augusto Trigo, Diniz Conefrey, João Fazenda, Jorge Magalhães, José Carlos Fernandes, José Garcês, José Ruy, Luís Louro, Miguel Rocha, Nuno Artur Silva, Nuno Saraiva, Pedro Brito e Rui Zink.
Pessoalmente agrada-me muito o facto de terem sido incluídos 2 argumentistas (que não são autores de desenhos publicados, pelo menos) nesta mostra. Refiro-me ao Nuno Artur Silva e ao Rui Zink, obviamente.
Depois os convidados seguiram para a estação da Falagueira onde a espera foi mais ou menos comprida e, já com o presidente da Câmara à frente da comitiva, foi então inaugurado o Festival, eram dez e (bastante) qualquer coisa da noite.
Mas as falhas eram ainda muitas – espaços por iluminar, carpintaria por acabar... – e não vou pronunciar-me sobre isso agora (mais tarde, mais tarde).
Aqui fica a reportagem fotográfica do dia 22 de Outubro:


Na foto da esquerda: Geraldes Lino e acompanhante.
Na foto da direita: em primeiro plano, André Carrilho, autor do cartaz deste ano, com uma acompanhante...

Foto da esquerda: Nelson Dona, director do Festival; José Carlos Fernandes (de boné), José Ruy, a vereadora Maria João Bual Salvado e José Garcês (de costas). Na foto da direita: os mesmos da anterior, mais uma acessora da vereadora e Luís Louro, a ler o catálogo...

Processo de "construção" do cartaz...

Na foto da esquerda: Paulo Cambraia.

Foto da esquerda: Carlos Pessoa (jornal Público), Victor Quelhas (Expresso) e Luísa Louro.

Foto da esquerda: Nelson Dona "bota" palavras de circunstância...

Foto da esquerda: André Carrilho e acompanhante à conversa...

Foto da esq.: José Carlos Fernandes, Diferr e Luís Louro (de costas).
Foto da dir.: a "janta"...

Foto da direita: à entrada do núcleo principal do FIBDA - Metro da Falagueira...

Uma Super-Girl um bocadito magricelas (o Super-Homem - de costas - não lhe ficava atrás), devia haver muita criptonite no local.
Asterix e Obelix entre o trânsito...

Os irmãos Dalton, a Cat-Woman e o Homem Aranha, mais o Obelix e o Asterix...

A Cat-Woman era um bocado anorética também... Que diabo, eu sei que há miudas mais cheiinhas por aqueles lados...

Finalmente, depois de 15 minutos de "palhaçadas" com um aspirador, entrámos no FIBDA própriamente dito...
Pois é, este ano fiquei com a sensação de ter falhado a entrada em cena. Fui directo para o stand da Polvo e assisti ao "making of" entre as 19h30m e as 21h30m. Jantámos a correr e voltei para a frente do "stand" da Polvo até às tantas.
Fui ficando a falar com amigos e as horas voaram. Não vi uma única imagem e percorri os "stands" comerciais em dois minutos, antes de sair.
Finalmente, quase nem me apercebi que era a D. Lia que ia a sair do festival de cadeirinha de rodas, já com a cabeça entrapada, depois de uma queda. Daqui envio um grande beijinho à D. Lia, com os votos de rápidas melhoras. Não podemos dispensar a D. Lia na Tertúlia e nestas coisas da BD. Mais uma vez fica provado que as boas pessoas são mais vítimas das desgraças. Havia tanta gente pelo FIBDA que podia ter caído de cabeça e afinal foi a D. Lia, que é uma jóia.
Quanto a mim, podem ficar descansados que vou continuar "a partir a cabeça" ao pessoal, sendo mais perigoso às primeiras terças de cada mês, no Parque Mayer e no Foxtrot.
No "stand" da Polvo a minha perigosidade está simbolizada nos livros "O homem que casou com uma estrela porno e outros contos perversos" e o "De boas erecções está o Inferno cheio". E ponham-se a pau: daqui a meses vem "A mulher que fazia recados às putas e mais contos perversos".
Se querem ver coisas minhas bem comportadas vão à Rua dos Fanqueiros, 286, 1º, no dia 5 de Novembro, pelas 20 horas, na Academia Recreio Artístico. Será lançada uma antologia de poesia a homenagear Teixeira de Pascoaes. Tenho lá um poema bem comportado, com alguns versos fanados ao mestre, de forma devidamente identificada.Digo sempre o que roubo.
AVISO: ó Jorge, estou a ver muitas legendas "fulano de tal e acompanhante". Isto é preocupante. Será que estás em vias de transformar o subversivo Kuentro numa "Flash" ou "Caras" da BD?
E quanto à acompanhante do Geraldes Lino, acho muito bem que o chefe tenha direito a ser acompanhado por líderes carismáticos dos templos de BD. É que esta Rosa não enfia o Barreto a ninguém: é mesmo uma acompanhante muito bonita.
(Não vou ter sorte nenhuma, mas tentei, prontos!)
Quando fui ao Cabaret da Coxa também tentei com a Marisa Cruz. A miúda ficou tão traumatizada que agora namora com um mergulhador de relva de camisa xadrez.
O quê? Ah! o festival? Não sei. Ainda só percebi que o espaço é maior, aquilo tem muito pó e tive de saltar as portas da estação de metro, que não abriam com bilhete ou passe. Por acaso gostei da experiência. Bem melhor do que ter levado com as portas nas têmporas, a 8 de Junho, conforme consta da minha reclamação.
Viva a liberdade de expressão! Viva o Rabo!
Atenção, Viseu! Prepara-te! Estamos a chegar.
DON'T BE AFRAID! BE VERY, VERY AFRAID! Ó Viriato, tu integras-te no espírito da cidade ou queres vir fazer companhia à estátua do Eusébio, no estádio da Luz?
Só para informar que a tal acompanhante do Lino, a Rosa Barreto, é a actual dorectora da Bedeteca de Lisboa, que substituiu o João Paulo Cotrim.
As melhoras para a D. Lia