Enquanto estou a preparar o resto dos posts sobre o FIBDA 2004 - e ainda faltam uns quatro - e tendo em vista a próxima edição do jornal BD in Fólio (um regresso que espero duradouro, em regime bimestral), lembrei-me de vos pedir opiniões sobre o Festival.
Portanto a questão que ponho a todos os leitores deste blog, para respostas nos Comentários, é esta:
O QUE ACHARAM DO 15º FIBDA 2004?
Publicado por jmachado em novembro 18, 2004 07:14 PMEu cá curti!
Gostei da selecção de temas expostos, gostei de ter trocado desenhos com o seth fisher ("chefe fixe" para os amigos) e o espaço era quase aceitavel.
Tive pena que a descentralização da exposição pecasse nos transportes e na falta da informação (muita gente me disse "havia mais???") e ao facto de, por a casa roque gameiro estar fechada aos fins de semana, não ter visto o meu próprio trabalho exposto.
Mas tendo em conta que até na entrega de prémios se esqueceram de mim...
bimensal???
vais editar isso duas vezes por mês?
ou quererias dizer bimestral?
cumprimentos, que larguras já temos os dois que cheguem :)
Afixado por: Toonman em novembro 19, 2004 07:22 PMBem, aqui vai a segunda tentativa de comentar. Apareceu-me uma mensagem no ecrã e já não recuperei o texto.
Em relação à Escola Intercultural, a evolução é notória. As dimensões do espaço disponível e a sua flexibilidade são uma boa novidade. As novas condições não chegam às da Fábrica de Cultura, mas face aos anos da Escola Intercultural...já não é mau.
O espaço comercial também me parece melhor, embora haja editoras com mais razões de queixa do que outras.
Quanto às condições físicas, importa combater o calor sufocante que existia na área dos autógrafos.
Quanto a transportes, reparei com desagrado e surpresa que não basta ter o Metropolitano à porta para chamar gente. O que não deixa de ser desanimador. Acho que nunca foi tão fácil chegar ao FIBDA. Pelo menos para quem utiliza o Metropolitano.
Gostei das exposições de uma maneira geral. Em termos de conceito, ponho no top a zona da BD argentina. Em termos de importância, as 100 BDs do século assumiram uma relevância muito particular. Felicito vivamente o Luís Salvado e o João Paiva Boléo pela grande qualidade dos textos introdutórios. Revelaram paixão, conhecimentos e uma ternura evidente.
Lacuna evidente foi a falta de um maior número de grandes autores, para chamar o grande público ao FIBDA.
Também se nota que o FIBDA é ,ano após ano, prisioneiro de directivas que não têm a ver com a máquina organizativa "tout court". Ou seja, muitas vezes as pessoas que querem trabalhar estão dependentes de directivas "superiores" de quem não está minimamente a par da BD e não tem grandes preocupações culturais. Assim, em vez da evolução do FIBDA ser progressiva, há escolhos no caminho. E como o caminho já tem 15 anos, certo tipo de escolhos deveria ser perfeitamente escusado.
Que venha o 16º FIBDA!