





O Osvaldo é o maior. Há uns 12 anos, quando o Rui Brito me "cravou" para fazer um "dossier" sobre cartoon,para a "Azul" (ex- "Azul BD Três", nessa altura já tinha passado para as dimensões de comic book) optei pela solução mais lógica e, ao mesmo tempo, preguiçosa. Pus o Osvaldo a falar sobre a história do cartoon e da caricatura em Portugal. Com essa entrevista, poupei tempo, trabalho e ainda prestei um bom serviço aos leitores. Depois completei a situação com uma entrevista ao Luís Afonso (numa altura em que A BOLA estava a ser pintada, ele sentado no chão, eu em cima de uma mesa, deitado de barriga para baixo, com o bloco à frente)e outra ao José Bandeira.
Há uns cinco anos, na Aula do Risco, dei um curso de jornalismo e escrita criativa e dei fotocópias da entrevista ao Osvaldo aos alunos. Uma mais-valia. O homem é uma enciclopédia. E ainda por cima é simpático. Não estou a cantar de galo. Cantorias é com o Osvaldo.
É pena o Príncipe Valente não ter estado como merecia, segundo contas, ó Jorge.
Fiquei com água na boca, depois de ver isto tudo de Moura. E também te agradeço a divulgação, tal como o leitor do Alentejo.