RECOMENDO UMA IDA A ALBUFEIRA
Para fazer uma cura de desintoxicação bedéfila e apreciar originais do... José Carlos Fernandes.

E já agora, JCF vai estar também na Biblioteca Orlando Ribeiro, em Telheiras, amanhã, domingo (dia 13), para o lançamento da nova colecção da Devir, Black Box Stories, com argumentos dele próprio e desenhos de Susa Monteiro, Miguel Rocha, Roberto Gomes e Luís Henriques. Isto, às 18:00 horas.
Antes, pelas 15:00, JCF vai distribuir autógrafos.
É uma boa catarse para aqueles horrorizados bedéfilos, que andam preocupados com a predominância deste energúmeno.
Publicado por jmachado em novembro 12, 2005 10:05 AMBem respondido lol.
Afixado por: nELSON! em novembro 12, 2005 10:43 AMExmo Sr. Jorge:
Com a excessiva presença desse meia tijela, por tudo o que é evento/Festivais, o sr. acha que ainda não tive a opurtunidade de ver os "lindos" originais de JCF???
Livra...
Ainda se fosse o Vitor Mesquita...
Vá é o sr. Jorge fazer uma cura de desintoxicação que anda muito agarrado a JCF. Não sei aonde você estava com a cabeça, quando decidiu lançar este indivíduo...
É a cartelização total de BD Portuguesa...
Afixado por: joão Paulo Dias em novembro 12, 2005 12:34 PMPartindo do princípio que o João Paulo Dias está a falar a sério quando se refere à "cartelização total da BD portuguesa", gostava de pedir ao José Carlos Fernandes para me enviar um bocadinho daquela coca tão boa que ele costuma ter. Não me lembro é se ela vem de Cali ou de Bogotá...
Mas o Jorge Machado Dias deve saber, já que é uma espécie de promotor...
Bem,...pelos vistos há pessoas com saudades do 24 de Abril, para que volte a lei da rolha e se possa desterrar algumas pessoas...
É pena que não se respeite a obras dos autores. Eu respeito, mesmo daqueles que não gosto, porque é preciso muita coragem para fazer Banda Desenhada em Portugal.
Acho também que as críticas quando se fazem devem ser construtivas, porque acredito e respeito que o gosto dos outros pode ser diferente do nosso.
Quem não gosta não lê, e só vai à sessão de autógrafos quem quer, mas isso não implica que não se tenha respeito pela obra de todos os autores de Banda Desenhada feita em Portugal.
O debate deve existir, mas por favor aumentem o nível do mesmo....
Um abraço
Subscrevo o comentário de Labas.
Num país onde com muita dificuldade ultrapassamos os 10 milhões, onde primeiro que se venda um livro (excepto os dos futebolistas e daquela loira menor de apelido rebelo pinto)é preciso que caía o Carmo, a Trindade e o último Astérix, é pena que nos esgotemos a "cacetar" em quem tenta fazer com muita honestidade o seu trabalho. É o caso do José Carlos Fernandes.
Costuma dizer-se que criticar aumenta a qualidade das coisas. Mas o vocábulo é criticar. Não destruir.
Miguel Sousa Ferreira
Apesar de não ser apreciador do JCF, concordo com o Labas. Não se deve proibir ninguém de publicar o que quiser. Por exemplo, eu não gosto, abomino, Harvey Pekar (chato com a potaça e série mal desenhada), mas não vou andar aí a dizer: "proibam o Harvey Pekar de publicar!". Simplesmente, não o leio. Em relação ao JCF, eu expliquei somente as razões porque não gostava dos seus trabalhos.
Afixado por: Vitor Almeida em novembro 14, 2005 10:16 AMTenho seguido com atenção toda esta polémica em torno da figura de JCF. De certa forma fico satisfeito pelos seus desenhos desencadearem tão vivo debate. Assim se valoriza um autor, não o deixando cair na indiferença.
Posso aceitar o ‘não gosto’, repudio o ‘não se publique’. Até porque quem não gosta, simplesmente pode optar por não comprar, por não ler. Não é esse um dos pilares da democracia: liberdade de escolha?
Quanto à “excessiva presença desse meia tigela, por tudo o que é evento/Festivais”, bem quanto a isso apenas posso afirmar, até porque verifiquei in loco, que em qualquer dos fins-de-semana em que decorreu o último FIBDA, o JCF era um dos primeiros autores a chegar às sessões de autógrafos e um dos últimos a ir embora. Mesmo assim as filas para os seus autografos eram das maiores do festival. Entre as 15H e as 18H se houve autor que nunca não parou de autografar/desenhar foi mesmo o JCF. E acredito mesmo que se mais festivais/eventos houvesse.....
Oh Verbal:
Eu disse de facto "não gosto", mas nunca disse "não se publique"!!!
Agora quanto há sua "excessiva" presença, é que é demais... Não sei qual é o interesse de JCF ser dos primeiros a chegar às sessões de autografos e dos ultimos a sair...
Quanto às filas de pessoal, não vou comentar. Por ex.: basta ver o "Levanta-te e ri", onde apareçe um gajo, em todos os programas, que só diz palavrões, continua a fazer sucesso!!! Apesar das "anedotas" do rapaz ser sempre a mesma coisa.