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E voltamos novamente às Tertúlias. Decorreu ontem, 2 de Fevereiro, o 306º Encontro da Tertúlia BD de Lisboa, que teve como Convidado Especial Osvaldo Medina… no sítio do costume.
Aqui fica, como habitualmente, o material distribuído por Geraldes Lino. Atente-se na prosa do programa: “… Angola era ainda território integrante de Portugal…” – há quase 36 anos que não lia este tipo de frases e tive que ler duas vezes para acreditar e confirmar a data do dia, não fosse termos mesmo recuado para os tempos “da outra senhora” sem ter dado por isso, apesar de actualmente me parecer que as coisas estão, em certos aspectos, a ir um bocado por aí. Não acredito minimamente que o Lino seja um saudosista dos “outros tempos”, mas a ânsia de querer ser politicamente (e não só) correcto, leva-o a coisas deste género – que são mesmo piores do que insistir em chamar “Espanha” aos “territórios integrantes” da monarquia castelhana. Que diabo, “território integrante”?
Depois, algumas fotos e um pequeno vídeo.

A auto-biografia do Convidado Especial (Osvaldo Medina revela-se um dos santos cruzados contra o tabaco):


Este simpático novo tertuliano com quem Geraldes Lino conversa, não é, acho eu, um “menino de deus”. Mas que trazia uma fatiota a destoar… lá isso trazia!
Geraldes Lino e Osvaldo Medina, com o original do Convidado Especial, que seria sorteado e que calhou, como já vai sendo hábito com este tipo de originais, ao Zé Manel…

Paulo Marques distribui o Tertúlia BDzine #147, de cuja BD é o autor:

A mesa do Convidado Especial: o CE Osvaldo Medina, Mário Freitas e David Soares, que espera – e esperamos todos – o lançamento do seu novo romance “O Evangelho do Enforcado” (então ó David, isso são maneiras, pá?)

O vídeo começa com a imagem do novo televisor gigante d’A Gina, quando o Sporting estava a levar 5 a 1 dos tripeiros mafiosos (depois reduziu para 5 - 2) …

Solidário com o Sporting, também eu estive ausente (fisicamente) da TBD devido a motivos de "massacre desportivo".
Tive a última jornada do Distrital Individual do Inatel de ténis de mesa e, através de mais duas derrotas, acabei o campeonato com 14 derrotas e zero vitórias, o que já não me acontecia há muitos anos, desde que jogava em segudnas categorias e andei três anos sem ganhar um jogo.
Um abraço ao Osvaldo e au Paulo Marques.
Afixado por: Luís Graça em fevereiro 4, 2010 08:57 AMMachado-Dias: não percebo esse teu comentário. O Osvaldo Medina nasceu em Novembro de 1973, em Angola, e, por isso, Angola ainda não era independente. Tanto quanto sei de História de Portugal, Angola era um colónia (os políticos da época tinham passado a chamar-lhe província ultramarina...), e essa colónia estava sob o jugo de Portugal, e por isso escrevi, sinteticamente, que, quando o Osvaldo nasceu, Angola ainda era "parte integrante" de Portugal.
Para além de ter de escrever um texto bastante curto, de forma a caber naquele pequeno espaço do programa em A5, não vejo onde esteja a frase que achaste tão horrorosa (presumo que a classificas de "reaccionária", talvez até de "fascista").
Machado-Dias: não percebo esse teu comentário. O Osvaldo Medina nasceu em Novembro de 1973, em Angola, e, por isso, Angola ainda não era independente. Tanto quanto sei de História de Portugal, Angola era um colónia (os políticos da época tinham passado a chamar-lhe província ultramarina...), e essa colónia estava sob o jugo de Portugal, e por isso escrevi, sinteticamente, que, quando o Osvaldo nasceu, Angola ainda era "parte integrante" de Portugal.
Para além de ter de escrever um texto bastante curto, de forma a caber naquele pequeno espaço do programa em A5, não vejo por que que achaste a frase tão horrorosa (presumo que a classificas até de "reaccionária", talvez mesmo "fascista"). Gostaria que me explicasses como é que a frase seria correcta, no teu entender.